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Quarenta anos depois a gente voltou a se conectar...

  • Foto do escritor: Eridam Pimentel
    Eridam Pimentel
  • há 15 horas
  • 2 min de leitura
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O Universo sempre acaba por nos surpreender em quaisquer momentos de nossas vidas. Quando menos se espera, ocorre um fato que nos leva a pensar sobre uma nova pespectiva de aprendermos a acreditar que tudo pode ser possível e arrebatador, mesmo em condições não muito prováveis.


Aos 19 anos conheci o meu primeiro namorado durante um "aulão" do cursinho universitário, no Colégio Farias Brito, em Fortaleza. O nosso relacionamento durou poucos meses mas foi intenso, dentro da medida do possível, para ambas as partes.


Entramos pra Universidade em épocas distintas, campus diferentes e, consequentemente, conhecemos outras pessoas pelas quais nos interessamos. O tempo foi passando, conclui meu curso e logo em seguida resolvi me mudar para Brasília, onde me realizei profissionalmente, me casei e tive uma linda filha.


O casamento durou 30 anos de camaradagens, conquistas profissionais e emocionais para ambas as partes. Foi um período muito bom, mas como tudo que é bom um dia pode acabar, e acabou!


Quatro anos depois do meu divórcio, durante uma temporada pela minha terra natal, levando meu carro pra revisão, encontrei, ao lado do meu apartamento, aquela figura por quem havia me apaixonado aos 19 anos. Ufa! Foi impactante! Me ocorreu que o tempo daquela separação não tinha sido suficiente para apagar em nós aquela sensação de que os nossos sentimentos ainda estavam ali, latentes como no passado.


Nem a nossa aparência física de sexagenários foi empecilho para que nos víssemos novamente como dois adolescentes prontos para recuperarmos o tempo que havíamos "desperdiçado".


A vida nos deu uma nova chance, depois de todos esses anos, de vivenciarmos novas formas de amar e de conectar os elos emocionais que por um acaso estavam ainda adormecidos em nossos corações, já maduros e sem muitas expectativas.


Por isso, acredito na força do Universo quando se trata de querer unir pessoas afins. Ou de permitir, embora muitas vezes de forma conflituosa e inesperada, um novo caminho ou um novo elo, tanto no campo profissional quanto no sentimental, nessa busca incessante e desafiadora que chamamos de vida.


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